Um detalhe que muitas vezes passa despercebido é quem o Dusk sempre foi desde o início. A Dusk Foundation não “pivotou” para finanças reguladas depois que o mercado mudou. Ela já nasceu assim, em 2018, com a proposta clara de ser um Layer 1 voltado para infraestrutura financeira regulada e focada em privacidade.


Isso explica por que a arquitetura do Dusk é modular desde a base. Não é algo adicionado depois para agradar instituições. É o que permite separar execução, consenso e privacidade, criando um ambiente onde aplicações institucionais, DeFi compliance e ativos do mundo real conseguem coexistir sem conflito técnico ou jurídico. Poucos blockchains conseguem fazer isso sem remendos.


Em 2025, quando o mercado cobra uso real, essa escolha inicial começa a pesar. O Dusk não precisa justificar por que suporta auditoria, privacidade e RWA ao mesmo tempo. Ele foi desenhado exatamente para isso. O que hoje parece “sofisticado” era apenas planejamento de longo prazo.


No cenário atual, isso diferencia projetos que nasceram para experimentar de projetos que nasceram para operar dentro do sistema financeiro global.

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