O cobre, conhecido como “metal vermelho” ou “doutor da economia” pela sua sensibilidade aos ciclos globais, desponta em 2026 como indicador de crescimento industrial, contrastando com ouro e prata como refúgios seguros, e influenciando o cripto. Preços spot na LME atingem US$ 5,95 por libra (alta diária de 1,45%, mensal de 7,62% e anual >39%), impulsionados por déficits de oferta (até 500 mil toneladas projetadas) e demanda de IA, EVs e eletrificação. Previsões do Deutsche Bank apontam médias de US$ 12.965/tonelada em contratos de três meses, com produção mineradora crescendo só 1%.
No cripto, analogias posicionam Ethereum como “cobre digital” por sua infraestrutura em DeFi e NFTs, similar ao cobre em cabos e data centers. O ratio cobre/ouro (>0,002) sinaliza “risk-on”, potencializando fluxos para Bitcoin (projetado capturar 14% do market cap do ouro, upside >100%) e altcoins, com market cap cripto >US$ 3 trilhões. Plataformas como Copper.co facilitam custódia digital, enquanto ativos tokenizados de cobre oferecem yields e hedges, volumes em bilhões.
Riscos incluem retração de 20% por fraqueza na demanda ou políticas, mas descobertas como Castilla (Chile/Colômbia, com 538 g/t ouro e 17,7% cobre) mitigam escassez. Índices como LME Copper (alta trimestral 15%) sugerem rotação de commodities para blockchain, catalisando o cripto em ecossistema interconectado.

