A partir de hoje, o Pix impõe um cerco digital: novos dispositivos têm limite de R$ 200 por transação e R$ 1.000 diários. O Estado aumenta a vigilância contra fraudes, exigindo biometria e rastreio constante de contas suspeitas. Em 2026, a agilidade do dinheiro agora exige o preço da sua identidade comportamental.