$BTC Donald Trump deixou claro que sua estratégia global passa por pressão diplomática, reposicionamento geopolítico e liderança direta dos EUA. Ao falar sobre a Gronelândia, afirmou haver um framework inicial para um acordo futuro, descartando o uso de força militar e optando por negociação, um recuo tático para reduzir atritos com aliados.
Ao mesmo tempo, retirou ameaças de tarifas contra a Europa, sinalizando acomodação econômica, mas manteve o discurso duro: criticou a falta de contribuição europeia na defesa do Ártico e reforçou que apenas os EUA teriam capacidade real de proteger a região estratégica. O tom crítico se estendeu às políticas europeias de imigração e energia, reforçando a visão de que o Ocidente estaria desalinhado sem a liderança americana.
Trump também propôs a criação de um “Conselho da Paz”, convidando líderes como Benjamin Netanyahu, numa tentativa de estabelecer uma estrutura paralela à Organização das Nações Unidas, ampliando a influência direta dos EUA na resolução de conflitos. Em paralelo, intensificou articulações sobre Síria, Gaza e segurança regional, incluindo conversas com Recep Tayyip Erdoğan, buscando se consolidar como mediador central nos principais conflitos globais.
Síntese: Trump sinaliza menos confronto direto e mais controle estratégico, negociando, pressionando aliados e reposicionando os EUA como o eixo decisório da geopolítica mundial.
Equipe ThaiTraderOficial
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