No Governo Bolsonaro (2019-2022)
O endividamento atingiu cerca de 79% das famílias ao final de 2022.
Andes-SN +1
Pandemia de COVID-19: A crise sanitária reduziu a renda de milhões de brasileiros, forçando o uso de crédito (cartão e empréstimos) para despesas básicas.
Inflação de Alimentos e Energia: O aumento no custo de vida corroeu o poder de compra, levando as famílias a parcelarem itens de consumo imediato.
Crédito Consignado no Auxílio Brasil: No final do mandato, a liberação de crédito para beneficiários de programas sociais foi apontada como um fator que aumentou o endividamento da população mais vulnerável.
Brasil de Fato +2
No Governo Lula (2023-Atualmente)
O índice de endividamento continuou subindo, igualando o recorde histórico de 79,5% em janeiro de 2026.
InfoMoney +1
Taxas de Juros Elevadas: Em 2025, a taxa básica de juros (Selic) atingiu 15% ao ano, o maior nível em duas décadas, encarecendo drasticamente o custo das dívidas existentes e de novos créditos.
Comprometimento de Renda: Atualmente, as dívidas consomem quase 30% da renda mensal das famílias brasileiras.
Cartão de Crédito: Continua sendo o principal responsável pelo endividamento, presente em 86% dos lares com dívidas.
Dívida Pública vs. Gastos: O aumento da Dívida Pública Federal, que chegou a 78,7% do PIB em 2025, gera uma percepção de risco que mantém os juros altos, afetando diretamente o bolso do consumidor.
G1 – Globo +4
Resumo Comparativo
Enquanto no governo anterior o endividamento foi impulsionado pelo choque da pandemia e inflação de custos, no governo atual o fator predominante tem sido o custo do crédito (juros altos) e o alto comprometimento da renda das famílias de classe média e baixa.
o número de corrupção aumentou e coloca o Brasil em uma situação complicada .#0G #brasil