
A tal da Tether, que é dona da maior stablecoin em dólar, o USDT, chegou chegando: ficou em quarto lugar numa disputa mundial de inteligência artificial que mexe com tradução de sinal do cérebro pra virar texto.
Quem tocou essa empreitada foi a turma da Tether EVO, o braço mais ousado da empresa. Eles bateram mais de 460 concorrentes no desafio “Brain-to-Text ’25”, lá no Kaggle, mostrando que o sistema deles de ligar cabeça com computador funciona mesmo.
O mais arretado é que eles deram conta de processar dados complicados sem precisar de servidorzão central e sem fuçar na privacidade de ninguém. O desafio era transformar 256 canais de atividade neural bruta em texto claro, sem precisar alinhar tudo no tempo certinho.
Pra isso, usaram gravação de eletrocorticografia (ECoG), que pega sinal direto do cérebro, e enfrentaram times de ciência de dados e universidades de ponta. O resultado mostra que dá pra rodar tudo no próprio aparelho, sem depender da nuvem — é o tal do “local-first”.
A tecnologia deles é firme contra ruído e sabe lidar com dados grandões do cérebro. A ideia é provar que não precisa de computador gigante das Big Tech pra pensar rápido.
O chefão da Tether, Paolo Ardoino, disse que a próxima fronteira da humanidade é juntar aprendizado de máquina com a singularidade do cérebro. E frisou: o controle tem que ficar na mão do usuário, longe de datacenter que pode bisbilhotar pensamento íntimo.
Essa vitória é tipo um ensaio do que vem por aí: uma infraestrutura que dá poder pro ser humano evoluir sem perder a soberania. A Tether EVO tá focada em juntar biologia com inteligência de máquina, mexendo com neuropróteses e interface cérebro-computador.
No fim das contas, eles querem que essa inteligência descentralizada seja ferramenta de liberdade, e não de controle.