A Fenasbac, que é a federação dos servidores do Banco Central, tá abrindo mais uma rodada pra acelerar negócios. O programa Next (Batch 8) tá de olho em startups que mexem com inovação financeira, e as inscrições vão até domingo, dia 15.

A ideia é pegar projetos que resolvem problema de verdade do mercado usando tecnologia de ponta: blockchain, inteligência artificial e finanças sustentáveis.

O destaque dessa edição é um desafio ligado à infraestrutura do mercado de capitais na rede XRPL (Ripple). O edital quer empresas que topem criar soluções de Finanças Descentralizadas (DeFi) num nível institucional. O trem é desenvolver ferramentas pra custódia, liquidação e tokenização de ativos reais, atraindo os grandões do mercado pro mundo cripto. Mas tem que ser coisa segura e que aguente escala.

Outra frente é mexer com pagamentos globais. O programa chama quem quiser construir sistemas de transferência internacional instantânea usando stablecoins. O desafio fala da moeda BRL1 e da integração com redes como Polygon, pra facilitar crédito e agilizar remessas internacionais. A ideia é juntar o Pix com a blockchain, uai.

Inteligência Artificial e Compliance

Não fica só no cripto, não. Tem também espaço pra inteligência artificial, ajudando banco a cortar custo e agilizar processo. A Fenasbac procura ferramentas que leem documento fiscal e contrato usando OCR e IA generativa, pra organizar dado bagunçado e integrar nos sistemas de pagamento.

Como funciona

A aceleração dura 12 semanas. As equipes passam por diagnóstico, recebem plano de ação, mentoria com especialista e workshop sobre regulação financeira. No fim, tem o “Demo Day”, onde as startups mostram o que fizeram pra investidores e parceiros.

Uma vantagem boa é poder desenvolver um MVP ou piloto junto com empresas que apoiam o programa.

A Fenasbac já tem cinco décadas de história como braço de inovação dos servidores do Banco Central. Ela toca ecossistemas como o LIFT Lab e o LIFT Challenge Real Digital. O Next, lançado em 2022, reforça esse papel de conectar tecnologia nova com as demandas regulatórias e de eficiência do sistema financeiro brasileiro.

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