Imagine um jogo em que o criador pode gerar moedas infinitas a qualquer momento. No começo parece bom, mas logo ninguém liga mais para essas moedas, porque elas ficam fáceis demais de conseguir. Quando todo mundo tem muito, aquilo deixa de valer algo. Com dinheiro funciona do mesmo jeito.


Por isso existe a ideia de limite de impressão. Quando uma moeda tem uma quantidade máxima ou um ritmo controlado de criação, ela se torna mais rara. E coisas raras tendem a ser mais cuidadas, mais valorizadas e mais respeitadas. Isso ajuda o projeto a crescer de forma organizada.


Se não existir limite, acontece um problema simples: quanto mais moeda é criada, menos cada unidade vale. As pessoas percebem isso, perdem confiança e param de usar. O projeto pode até continuar existindo, mas não evolui, porque ninguém quer guardar algo que perde valor o tempo todo.

Um exemplo conhecido é o Bitcoin, que tem um número máximo de moedas definido desde o início. Isso não garante sucesso, mas cria uma regra clara: ninguém pode simplesmente “inventar mais” quando quiser. Essa previsibilidade ajuda as pessoas a confiar no sistema.


Em resumo, limitar a impressão não é para dificultar, é para proteger. Sem limite, o dinheiro vira papel sem importância. Com regras claras, o projeto tem mais chance de crescer, ser levado a sério e evoluir com o tempo.