
O banco Standard Chartered deu uma mexida boa nas previsões pra Solana (SOL). Pra 2026, eles baixaram a meta de preço de 310 doletas pra 250. Mas, ao mesmo tempo, animaram pro futuro: acham que até 2030 a moeda pode bater 2 mil dólares.
Hoje a Solana tá valendo uns 102 dólares, bem abaixo da máxima de 293 que rolou em janeiro passado, quando teve aquele burburinho da memecoin do Trump. Só na última semana caiu 17%, e no ano já tá mais de 48% pra baixo.
Segundo Geoff Kendrick, chefe de pesquisa digital do banco, o movimento dentro das exchanges da Solana tá mudando: antes era só memecoin, agora tá migrando pros pares SOL/stablecoin. Ele disse que essas stablecoins rodam duas a três vezes mais rápido que na Ethereum, mostrando que a rede tem outro tipo de uso.
Nas novas projeções, o banco acha que a SOL chega em 400 dólares até 2027, 700 até 2028 e 1.200 até 2029. E pela primeira vez soltaram uma previsão tão longa, mirando 2030.
Kendrick explicou que o barato da Solana é ser rápida, confiável e baratinha pra transação. Isso dá vantagem em setores que precisam de muito volume e custo baixo, tipo micropagamentos com protocolos de inteligência artificial, onde cada transação sai por uns 6 centavos.
Ele disse que tá de olho em duas coisas pra confirmar se os micropagamentos vão virar o grande caso de uso da Solana: o volume de transferências de stablecoins e a velocidade delas dentro da rede. Com taxa de gás de 0,0007 dólar, contra 0,015 da Base, a Solana consegue processar transações minúsculas que outras blockchains não dão conta.
O banco acredita que até 2027 a Solana ainda fica atrás da Ethereum, mas depois pode recuperar espaço com os micropagamentos. Já em relação ao Bitcoin, eles acham que a Solana vai se sair melhor até 2030.
Em 2025, quase metade do “PIB” da Solana veio das DEXs cheias de memecoin, mas isso já tá caindo. Pra Kendrick, o preço atual não tá barato, e essa mudança de foco — saindo das memecoins e indo pros pares SOL-stablecoin — pode puxar o valor da moeda pra cima no futuro.