A tal da BingX, que mexe com moeda digital, resolveu fechar um trato arretado com a Scuderia Ferrari. É a primeira vez que uma exchange de cripto entra de sócia oficial da turma italiana da Fórmula 1. Pra BingX, é a estreia nesse mundão das corridas, e pra Ferrari, é a primeira parceria com esse tipo de plataforma. Ou seja, é um passo que junta de vez o ronco dos motores com o universo dos ativos digitais.

As duas empresas falaram que a ideia é aumentar a presença da BingX no mundo todo, colando seu nome numa das marcas mais respeitadas do automobilismo. A Ferrari frisou que isso combina com a estratégia dela de abraçar tecnologia nova, ainda mais agora que a FIA vai mudar as regras técnicas em 2026.

O Daniel Lai, que cuida dos negócios da BingX, soltou que o acordo não é só pra mostrar a marca, mas pra juntar valores. Segundo ele, disciplina, precisão e busca pela excelência da Ferrari são coisa que bate certinho com o que a BingX procura. Já o Lorenzo Giorgetti, da Ferrari, disse que escolher a BingX como parceira mostra que eles acreditam no poder transformador do setor cripto, capaz de levar a equipe pra perto de gente do mundo inteiro por meio das experiências digitais.

Nos próximos anos, a BingX vai aparecer em eventos, promoções e plataformas ligadas à Ferrari, prometendo experiências exclusivas pros fãs. A empresa, criada em 2018, já atende mais de 40 milhões de usuários e tem histórico de patrocínio esportivo, como no Chelsea da Inglaterra.

Esse movimento chega num momento em que a Fórmula 1 virou vitrine de primeira pras empresas de cripto. A Red Bull já teve a Bybit como patrocinadora principal, a McLaren fechou com a OKX, e a Mercedes estampou a FTX antes dela quebrar em 2022. A Aston Martin também se envolveu com projetos de blockchain e NFTs, e a Alfa Romeo foi patrocinada pela Stake. Tudo isso mostra como o setor cripto achou na Fórmula 1 um palco global pra crescer e aparecer.