
Ô trem bão, sô! O Ethereum, que é a segunda maior rede blockchain do mundão, tá sendo usado mais que nunca. As transações tão batendo recorde e as taxas caíram pros níveis mais baixos dos últimos dois anos.
Essas mudanças chegam num momento em que a rede mostra firmeza e estabilidade, mesmo com o Vitalik Buterin, um dos fundadores, lembrando que manter o Ethereum simples e fácil de entender é tão importante quanto deixar ele mais potente.
Os rastreadores de blockchain mostram que o número de transações diárias já passou os picos lá de 2021, e as taxas tão só uma fração do que eram antes. Só nas últimas duas semanas, a média subiu 14%, indo de 1,8 milhão pra 2,1 milhões de transações por dia, segundo os dados do Blockscout.
Esse aumento junto com a queda no custo mostra que a tal arquitetura modular do Ethereum tá funcionando bem demais, principalmente com a atualização EIP-4844, que deixou os servidores de segunda camada publicarem mais dados na rede principal gastando bem menos.
A maior parte do movimento vem das transferências com stablecoins, principalmente o USDT da Tether, que roda quase o dobro do volume do USDC da Circle. E com o preço do gás baixinho, essa atividade parece firme e sustentável, acompanhando a tendência de pagamentos comuns entrando cada vez mais no mundo do Ethereum.
Outra coisa: a fila de saída dos validadores zerou, já que uns 30% de todo o Ethereum tá em staking. Isso mostra que ninguém tá com pressa de sair, e que os incentivos tão equilibrados. Em setembro de 2025, tinha 2,67 milhões de ETH querendo sair, agora não tem nenhum. Pelo contrário, tem 2,6 milhões de ETH querendo entrar em staking, o maior número desde julho de 2023.
Isso é sinal de confiança, uai. Quer dizer que os validadores tão mais é acumulando do que saindo, deixando o capital comprometido e pronto pra usar quando o mercado ficar mais doido.
Mas o Vitalik deu um alerta: ele teme que o protocolo fique “inchado” de tanta novidade. Disse que é perigoso sair colocando recurso demais só pra atender necessidade específica, porque isso pode complicar o sistema.
O Dosh, lá da Blockscout, comentou que todo software maduro acaba ficando mais complexo, e com o Ethereum não é diferente. Por isso, mesmo que o desempenho esteja bom, é preciso otimizar sempre.
No fim das contas, os dados mostram que o Ethereum consegue escalar de forma sustentável. Mas, do mesmo jeito, precisa se simplificar pra continuar ágil e resistente no longo prazo.

