A tal da World Liberty Financial (WLFI) tá levando umas críticas danadas depois de uma votação de governança que aprovou o tal crescimento do USD1, mesmo com a turma reclamando que quem tinha WLFI travado não pôde nem dar seu voto.

Os dados da votação on-chain mostram que os maiores “SIM” vieram de umas carteiras grandes, que o povo já marcou como ligadas à própria equipe ou a parceiros estratégicos, segundo contou o pesquisador de cripto conhecido como DeFi^2.

Pra você ter ideia, só as nove maiores carteiras já deram conta de quase 59% do poder de voto, ou seja, um grupinho pequeno de gente grande acabou decidindo o rumo da proposta. A maior carteira sozinha botou 18,786% do poder de voto, tudo registrado no snapshot da governança da WLFI.

E aí vem o contraste: os eleitores comuns lá embaixo na lista, que tão com seus WLFI travados desde o TGE, ficaram de fora e não conseguiram votar no desbloqueio até que a própria equipe resolva liberar. Foi isso que o DeFi^2 soltou lá no X.

Uai, esse trem do USD1 tá dando pano pra manga. O povo do DeFi^2 andou reparando que, em vez de resolver os aperto que já tão judiando de muito investidor, a tal governança foi usada foi pra empurrar crescimento do protocolo. E aí fica a pergunta: por que mexer nisso e não nas dificuldade que tão na cara?

O pesquisador até lembrou das letrinha miúda: quem segura WLFI não vê nem cheiro da receita do protocolo. No tal Gold Paper tá escrito que 75% da renda líquida vai pra turma ligada à família Trump e os outros 25% pra família Witkoff. Ou seja, pros investidores mesmo, nada.

Um caboclo que tem token e votou contra disse que essa proposta só ia diluir mais ainda os investidores, sem dar vantagem nenhuma em troca. Ele lembrou que a World Liberty Financial já gastou mais de nove dígito de capital pra montar uma tesouraria cheia de Bitcoin, Ether e Chainlink, mas quem tem WLFI não ganhou benefício direto desses ativos.

Na visão dele, a empresa podia muito bem vender parte desses ativos alternativos pra bancar os incentivo do USD1, em vez de ficar apertando ainda mais os investidores.

E não para por aí: no começo do mês, a World Liberty Financial pediu autorização bancária nacional nos Estados Unidos, tipo trust, pra cuidar de tudo do USD1 — emissão, custódia e conversão — dentro de uma entidade regulada só. Com isso, eles iam poder emitir e resgatar USD1 sem depender de terceiros, oferecer conversão sem taxa entre dólar e USD1 e ainda crescer pros clientes institucionais. Pra completar, semana passada lançaram a World Liberty Markets, uma plataforma on-chain de empréstimo e tomada de empréstimo, tudo girando em torno do $USD1 e do WLFI.