Fronteiras dividem mapas. Mas não podem dividir a memória.
Em um mundo onde guerras apagam lares e papéis são queimados, a blockchain oferece algo frágil, mas profundo — uma maneira de existir quando tudo mais é tirado.
Imagine um refugiado cruzando uma fronteira sem documentos, sem banco, sem prova de quem são — exceto uma carteira.
Uma sequência de palavras. Uma chave privada.
A identidade deles, preservada não por governos, mas pela criptografia.
É uma forma radical de dignidade — a propriedade de si mesmo, mesmo quando o mundo apagou seu nome.