O recente burburinho em torno das qualificações educacionais gerou uma profunda reflexão sobre sua verdadeira relevância. Como alguém que navegou por múltiplas fases de transformação social, gostaria de compartilhar uma perspectiva pessoal que pode ajudar a reformular a conversa. Se isso ressoar com você, espero que você encontre valor nisso; se não, você é livre para continuar rolando.
O progresso humano evoluiu através de eras distintas. Na era agrária, o ritmo da vida era ditado pela terra. O conhecimento era um privilégio, e a educação era reservada para poucos. Naquela época, a alfabetização representava oportunidade e escape das amarras do trabalho—um exame poderia transformar uma vida. Em contraste, a revolução industrial deslocou o valor da terra para a maquinaria. A sociedade se reorganizou em unidades de produção, e a educação em massa surgiu como uma ferramenta para atender às crescentes demandas de mão de obra especializada. As escolas se tornaram canais para funções no mercado de trabalho, ensinando as pessoas a contribuir para o sistema, não necessariamente a inovar ou liderar. Hoje, grande parte dessa estrutura ainda persiste no design da educação formal.