Nos últimos dias, assisti ao vídeo sobre 'escrita fantasma de trabalhos na Quênia' do programa de cinema e senti uma profunda impotência.
Um grande número de pessoas com educação superior, devido à escassez de indústrias no país, só pode depender da força física para vender em barracas ou vender seu conhecimento a preços baixos - ajudando os 'finesseiros' de países desenvolvidos a escrever trabalhos. O mesmo conhecimento, em ambientes diferentes, leva a destinos completamente diferentes.
Isso me faz pensar novamente: por que alta escolaridade ≠ alta cognição?
A resposta talvez esteja aqui: se compararmos o cérebro humano a um computador:
📂 O conhecimento é como os dados no disco rígido (Data).