Este vídeo baseia-se numa operação fictícia para supostamente capturar o presidente venezuelano Nicolás Maduro por parte de comandos do US Delta Force. A operação supostamente ocorreu em 3 de janeiro de 2026, com o presidente dos EUA, Donald Trump, supervisionando a operação diretamente. Segundo a narrativa, a CIA enviou uma pequena equipe para a Venezuela em agosto de 2025 para monitorar os movimentos de Maduro. Em novembro de 2025, Trump teria dado a Maduro uma ultimato para deixar o poder, o que Maduro rejeitou. As forças dos EUA supostamente ensaiaram a operação no Kentucky usando uma réplica da casa de Maduro. A operação começou em 2 de janeiro de 2026, quando Trump a aprovou, envolvendo mais de 150 aeronaves decolando de 20 bases diferentes. Um ataque cibernético cortou a energia em Caracas, e ataques aéreos foram realizados para desativar radares e sistemas de defesa aérea, resultando em 40 mortes. Comandos do Delta Force então entraram no complexo de Maduro, capturando-o em menos de 5 minutos. Ele foi levado para o USS Iwo Jima, depois para a Baía de Guantánamo e, finalmente, para Nova York. A justificativa da operação incluiu o controle das reservas de petróleo da Venezuela e acusações de envolvimento de Maduro no tráfico de drogas. No entanto, o vídeo refuta essas alegações, afirmando que a Venezuela não é um grande produtor de drogas e que a maior parte da cocaína vai para a Europa. A operação enfrentou condenação internacional por violar a lei internacional e a Carta das Nações Unidas. Também foi considerada ilegal sob a Constituição dos EUA devido à falta de aprovação do Congresso.
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