DeFi está entrando em uma fase incômoda, mas necessária. Depois de anos de APYs artificiais, emissões agressivas e narrativas frágeis, o capital —especialmente o mais paciente— está começando a fazer perguntas distintas. Já não basta com “alto rendimento”; agora importa de onde vem, quanto risco assume e se pode sobreviver a um mercado adverso. Nesse contexto é onde Falcon Finance (FF) começa a fazer sentido.
Falcon não se apresenta como uma máquina de retornos explosivos nem como um experimento de moda. Sua proposta é mais fria e, precisamente por isso, mais interessante: rendimento real respaldado por atividade econômica em cadeia, não por inflação do token. Os retornos do protocolo provêm de fontes concretas como empréstimos, provisão de liquidez e comissões do próprio sistema. Isso reduz a dependência de emissões e limita a diluição, um dos grandes problemas que destruiu valor no DeFi durante ciclos anteriores.