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💥 Quando o valor vira imagem: uma visão sobre #MemeCoins e #PopArt A relação entre meme coins e Pop Art não é metafórica — é estrutural. Ambas surgem em contextos diferentes, mas respondem à mesma pergunta central: o que faz algo ter valor quando tudo pode ser reproduzido infinitamente? A Pop Art, nos anos 1950 e 1960, rompeu com a ideia de que arte precisava ser rara, elevada ou distante da cultura popular. Artistas como Andy Warhol e Roy Lichtenstein tomaram imagens banais — latas de sopa, histórias em quadrinhos, rostos repetidos — e as colocaram no centro do sistema artístico. O gesto era simples e radical: se isso circula, isso importa. Meme coins fazem algo semelhante no campo do dinheiro. Elas não pedem legitimidade por meio de fundamentos econômicos clássicos. Não prometem inovação técnica profunda nem utilidade concreta imediata. O que oferecem é circulação simbólica: imagem forte, repetição, humor, reconhecimento coletivo. Assim como a Pop Art, elas dizem que o valor não nasce apenas da função — nasce da visibilidade. O meme como ready-made financeiro Se Duchamp transformou um mictório em arte ao deslocá-lo de contexto, as meme coins fazem algo parecido com o dinheiro. Elas deslocam o valor do território da seriedade institucional para o campo do meme, da ironia e da cultura digital. Nesse sentido, uma meme coin funciona como um ready-made financeiro: • não cria um novo objeto, • não inventa uma nova função, • apenas reapresenta algo existente sob outra lógica. O meme é o meio. A atenção é o motor. A comunidade é o lastro. Por que PEPE Coin é um experimento Pop PEPE Coin é especialmente interessante porque nasce de um personagem que já carrega uma história cultural complexa. Pepe, o sapo, atravessou fóruns, redes sociais, apropriações políticas e reinvenções constantes. Ele é, por definição, um símbolo em mutação. Ao se tornar uma moeda, #PEPE não “ganha utilidade”. Ele ganha escala.
💥 Quando o valor vira imagem: uma visão sobre #MemeCoins e #PopArt

A relação entre meme coins e Pop Art não é metafórica — é estrutural. Ambas surgem em contextos diferentes, mas respondem à mesma pergunta central: o que faz algo ter valor quando tudo pode ser reproduzido infinitamente?

A Pop Art, nos anos 1950 e 1960, rompeu com a ideia de que arte precisava ser rara, elevada ou distante da cultura popular. Artistas como Andy Warhol e Roy Lichtenstein tomaram imagens banais — latas de sopa, histórias em quadrinhos, rostos repetidos — e as colocaram no centro do sistema artístico. O gesto era simples e radical: se isso circula, isso importa.

Meme coins fazem algo semelhante no campo do dinheiro.

Elas não pedem legitimidade por meio de fundamentos econômicos clássicos. Não prometem inovação técnica profunda nem utilidade concreta imediata. O que oferecem é circulação simbólica: imagem forte, repetição, humor, reconhecimento coletivo. Assim como a Pop Art, elas dizem que o valor não nasce apenas da função — nasce da visibilidade.

O meme como ready-made financeiro

Se Duchamp transformou um mictório em arte ao deslocá-lo de contexto, as meme coins fazem algo parecido com o dinheiro. Elas deslocam o valor do território da seriedade institucional para o campo do meme, da ironia e da cultura digital.

Nesse sentido, uma meme coin funciona como um ready-made financeiro:
• não cria um novo objeto,
• não inventa uma nova função,
• apenas reapresenta algo existente sob outra lógica.

O meme é o meio.
A atenção é o motor.
A comunidade é o lastro.

Por que PEPE Coin é um experimento Pop

PEPE Coin é especialmente interessante porque nasce de um personagem que já carrega uma história cultural complexa. Pepe, o sapo, atravessou fóruns, redes sociais, apropriações políticas e reinvenções constantes. Ele é, por definição, um símbolo em mutação.

Ao se tornar uma moeda, #PEPE não “ganha utilidade”. Ele ganha escala.
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