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💰 Países Mais Ricos em Valor de Recursos Naturais 🇷🇺 Rússia — $78T 🇺🇸 Estados Unidos — $48T 🇸🇦 Arábia Saudita — $36T 🇨🇦 Canadá — $34T 🇮🇷 Irã — $28T 🇨🇳 China — $24T 🇧🇷 Brasil — $22T 🇦🇺 Austrália — $21T 🇮🇶 Iraque — $18T 🇻🇪 Venezuela — $16T 🇰🇼 Kuwait — $11T 🇳🇬 Nigéria — $9T 🇰🇿 Cazaquistão — $8T 🇿🇦 África do Sul — $7T 🇳🇴 Noruega — $6T #richest #country #RichestCountries
💰 Países Mais Ricos em Valor de Recursos Naturais

🇷🇺 Rússia — $78T
🇺🇸 Estados Unidos — $48T
🇸🇦 Arábia Saudita — $36T
🇨🇦 Canadá — $34T
🇮🇷 Irã — $28T
🇨🇳 China — $24T
🇧🇷 Brasil — $22T
🇦🇺 Austrália — $21T
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🇻🇪 Venezuela — $16T
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🇰🇿 Cazaquistão — $8T
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Brasil, Índia e Rússia: Os líderes no Mundo das Criptomoedas?Quando falamos de geopolítica e criptomoedas, uma coisa fica clara: nem todos os países jogam o mesmo jogo. Enquanto alguns, como os Estados Unidos, estão cada vez mais atolados em regulamentações e incertezas, outros como Brasil, Índia e Rússia parecem estar ganhando terreno em um campo que promete moldar o futuro econômico global. Mas por que esses países emergentes estão em uma posição de vantagem? E o que está deixando os EUA para trás? Vamos explorar isso de forma simples, sem economizar nas polêmicas. Brasil: Um Berço para Criptomoedas? O Brasil é conhecido por sua economia marcada por altos e baixos, inflação e burocracia. Mas essas dificuldades fizeram com que os brasileiros buscassem alternativas, e as criptomoedas surgiram como uma solução viável. Com milhões de pessoas já utilizando ativos digitais como forma de proteger seu patrimônio ou facilitar transações, o Brasil está se tornando um dos principais mercados de criptomoedas no mundo. Além disso, o Banco Central do Brasil está lançando o Drex, sua moeda digital oficial. Isso mostra que o país está mais aberto à inovação do que muitas potências globais. Enquanto o Drex pode parecer "centralizado" (e é), ele abre portas para a população entender o que são ativos digitais e como usá-los. Outro ponto a favor é o apelo das criptomoedas como ferramenta de inclusão financeira. Em um país com tantas desigualdades sociais, essas moedas permitem que mais pessoas tenham acesso a investimentos e serviços financeiros, algo que o sistema bancário tradicional muitas vezes não oferece. Índia: A Revolução Silenciosa A Índia está a um passo de se tornar a maior economia do mundo em população ativa, e isso a coloca como uma potência inegável. Apesar de algumas incertezas em relação à regulamentação das criptomoedas, o país está apostando alto na tecnologia blockchain. Por quê? Porque a Índia tem um dos maiores mercados de remessas do mundo, com milhões de trabalhadores indianos no exterior enviando dinheiro para casa. As criptomoedas podem baratear e agilizar essas transações, um benefício óbvio. Além disso, o governo indiano está investindo em blockchain para modernizar serviços públicos e rastrear cadeias de suprimentos, o que cria uma base tecnológica para o crescimento das criptomoedas. E aqui vai a polêmica: enquanto muitos governos ocidentais tratam as criptomoedas como inimigas do sistema financeiro tradicional, a Índia parece estar equilibrando a adoção tecnológica com a proteção econômica, apostando que essa combinação vai mantê-la à frente na corrida global. Rússia: Sancionada, Mas Resiliente A Rússia é talvez o caso mais controverso desta lista. Devido às sanções impostas pelo Ocidente, o país foi forçado a buscar alternativas para manter sua economia funcionando. E adivinhe só? As criptomoedas estão desempenhando um papel crucial nisso. Com as sanções limitando o acesso a sistemas financeiros globais como o SWIFT, a Rússia encontrou nas criptos uma maneira de driblar essas barreiras. Isso inclui usar bitcoin ou outras moedas para transações internacionais e até explorar maneiras de pagar por energia, petróleo e gás com ativos digitais. Além disso, o clima político tenso entre Rússia e os EUA cria uma narrativa em que Moscou enxerga as criptomoedas como uma arma estratégica para desdolarizar sua economia. A Rússia, que é rica em energia, pode até usar isso para se tornar um polo de mineração de criptomoedas, aproveitando seus recursos naturais em uma economia digital crescente. E os EUA? Por que Estão em Desvantagem? Agora vamos à parte polêmica: por que os Estados Unidos estão ficando para trás? A resposta está na postura rígida e confusa do governo norte-americano. As autoridades dos EUA estão tratando as criptomoedas como um inimigo do dólar, e não como uma evolução inevitável do sistema financeiro. Ao invés de regular com clareza e incentivar a inovação, os EUA estão criando um ambiente hostil, onde empresas de criptomoedas estão sendo processadas, multadas ou simplesmente obrigadas a deixar o país. Outro ponto importante é que o dólar é a moeda mais usada no mundo. Isso faz com que os EUA tenham mais a perder com a ascensão de alternativas descentralizadas. O medo de perder o controle faz com que o país tente segurar o avanço das criptomoedas, mas, nesse processo, ele está alienando investidores, empresas e até governos que poderiam ser seus aliados no futuro. Enquanto isso, países como o Brasil, Índia e Rússia estão encontrando maneiras de integrar as criptos em suas economias, criando um ambiente mais favorável para inovação e adoção. Conclusão: A Nova Ordem Econômica? O mundo está mudando rapidamente, e as criptomoedas estão no centro dessa transformação. Países como Brasil, Índia e Rússia estão aproveitando as vantagens dessa tecnologia, seja para inclusão financeira, inovação tecnológica ou estratégias geopolíticas. Enquanto isso, os EUA, com todo o seu poder econômico, parecem estar pisando no freio, arriscando sua posição de liderança global. A grande questão é: quem realmente estará no controle do futuro financeiro? A resposta, ao que tudo indica, pode não ser tão óbvia quanto foi no século passado. O que você acha? Será que o Brasil, Índia e Rússia realmente estão em vantagem ou os EUA está em declínio ? #country #crypto #altcoins #drex

Brasil, Índia e Rússia: Os líderes no Mundo das Criptomoedas?

Quando falamos de geopolítica e criptomoedas, uma coisa fica clara: nem todos os países jogam o mesmo jogo. Enquanto alguns, como os Estados Unidos, estão cada vez mais atolados em regulamentações e incertezas, outros como Brasil, Índia e Rússia parecem estar ganhando terreno em um campo que promete moldar o futuro econômico global.

Mas por que esses países emergentes estão em uma posição de vantagem? E o que está deixando os EUA para trás? Vamos explorar isso de forma simples, sem economizar nas polêmicas.

Brasil: Um Berço para Criptomoedas?

O Brasil é conhecido por sua economia marcada por altos e baixos, inflação e burocracia. Mas essas dificuldades fizeram com que os brasileiros buscassem alternativas, e as criptomoedas surgiram como uma solução viável. Com milhões de pessoas já utilizando ativos digitais como forma de proteger seu patrimônio ou facilitar transações, o Brasil está se tornando um dos principais mercados de criptomoedas no mundo.

Além disso, o Banco Central do Brasil está lançando o Drex, sua moeda digital oficial. Isso mostra que o país está mais aberto à inovação do que muitas potências globais. Enquanto o Drex pode parecer "centralizado" (e é), ele abre portas para a população entender o que são ativos digitais e como usá-los.

Outro ponto a favor é o apelo das criptomoedas como ferramenta de inclusão financeira. Em um país com tantas desigualdades sociais, essas moedas permitem que mais pessoas tenham acesso a investimentos e serviços financeiros, algo que o sistema bancário tradicional muitas vezes não oferece.

Índia: A Revolução Silenciosa

A Índia está a um passo de se tornar a maior economia do mundo em população ativa, e isso a coloca como uma potência inegável. Apesar de algumas incertezas em relação à regulamentação das criptomoedas, o país está apostando alto na tecnologia blockchain.

Por quê? Porque a Índia tem um dos maiores mercados de remessas do mundo, com milhões de trabalhadores indianos no exterior enviando dinheiro para casa. As criptomoedas podem baratear e agilizar essas transações, um benefício óbvio.

Além disso, o governo indiano está investindo em blockchain para modernizar serviços públicos e rastrear cadeias de suprimentos, o que cria uma base tecnológica para o crescimento das criptomoedas.

E aqui vai a polêmica: enquanto muitos governos ocidentais tratam as criptomoedas como inimigas do sistema financeiro tradicional, a Índia parece estar equilibrando a adoção tecnológica com a proteção econômica, apostando que essa combinação vai mantê-la à frente na corrida global.

Rússia: Sancionada, Mas Resiliente

A Rússia é talvez o caso mais controverso desta lista. Devido às sanções impostas pelo Ocidente, o país foi forçado a buscar alternativas para manter sua economia funcionando. E adivinhe só? As criptomoedas estão desempenhando um papel crucial nisso.

Com as sanções limitando o acesso a sistemas financeiros globais como o SWIFT, a Rússia encontrou nas criptos uma maneira de driblar essas barreiras. Isso inclui usar bitcoin ou outras moedas para transações internacionais e até explorar maneiras de pagar por energia, petróleo e gás com ativos digitais.

Além disso, o clima político tenso entre Rússia e os EUA cria uma narrativa em que Moscou enxerga as criptomoedas como uma arma estratégica para desdolarizar sua economia. A Rússia, que é rica em energia, pode até usar isso para se tornar um polo de mineração de criptomoedas, aproveitando seus recursos naturais em uma economia digital crescente.

E os EUA? Por que Estão em Desvantagem?

Agora vamos à parte polêmica: por que os Estados Unidos estão ficando para trás?

A resposta está na postura rígida e confusa do governo norte-americano. As autoridades dos EUA estão tratando as criptomoedas como um inimigo do dólar, e não como uma evolução inevitável do sistema financeiro. Ao invés de regular com clareza e incentivar a inovação, os EUA estão criando um ambiente hostil, onde empresas de criptomoedas estão sendo processadas, multadas ou simplesmente obrigadas a deixar o país.

Outro ponto importante é que o dólar é a moeda mais usada no mundo. Isso faz com que os EUA tenham mais a perder com a ascensão de alternativas descentralizadas. O medo de perder o controle faz com que o país tente segurar o avanço das criptomoedas, mas, nesse processo, ele está alienando investidores, empresas e até governos que poderiam ser seus aliados no futuro.

Enquanto isso, países como o Brasil, Índia e Rússia estão encontrando maneiras de integrar as criptos em suas economias, criando um ambiente mais favorável para inovação e adoção.

Conclusão: A Nova Ordem Econômica?

O mundo está mudando rapidamente, e as criptomoedas estão no centro dessa transformação. Países como Brasil, Índia e Rússia estão aproveitando as vantagens dessa tecnologia, seja para inclusão financeira, inovação tecnológica ou estratégias geopolíticas.

Enquanto isso, os EUA, com todo o seu poder econômico, parecem estar pisando no freio, arriscando sua posição de liderança global. A grande questão é: quem realmente estará no controle do futuro financeiro? A resposta, ao que tudo indica, pode não ser tão óbvia quanto foi no século passado.

O que você acha? Será que o Brasil, Índia e Rússia realmente estão em vantagem ou os EUA está em declínio ?
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#world #country #region Quais países ao redor do mundo proíbem criptomoedas? Atualmente, 51 países e regiões ao redor do mundo implementaram proibições às criptomoedas. Entre eles, 9 países e regiões implementaram proibições absolutas, que proíbem completamente a produção, detenção, comercialização e utilização de criptomoedas. Estes países e regiões são: Argélia, Bangladesh, China, Egipto, Iraque, Marrocos, Nepal, Qatar e Tunísia. Além disso, 42 países e regiões implementaram proibições implícitas, que proíbem bancos e instituições financeiras de participarem em negócios de criptomoedas e proíbem as bolsas de criptomoedas de operar dentro das suas fronteiras. Estes países e regiões incluem: Cazaquistão, Tanzânia, Camarões, Turquia, Líbano, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Indonésia, Bolívia e Nigéria. A proibição de criptomoedas nestes países e regiões deve-se principalmente a considerações como estabilidade financeira, soberania monetária, controlo de capitais, combate ao branqueamento de capitais e combate ao terrorismo. Alguns países também estão preocupados com o facto de as criptomoedas causarem concorrência e pressão sobre as suas moedas legais, ou levarem a problemas sociais e desperdício de recursos. Portanto, estes países e regiões adotaram medidas regulatórias mais rigorosas para limitar ou eliminar o impacto das criptomoedas.
#world #country #region Quais países ao redor do mundo proíbem criptomoedas?
Atualmente, 51 países e regiões ao redor do mundo implementaram proibições às criptomoedas. Entre eles, 9 países e regiões implementaram proibições absolutas, que proíbem completamente a produção, detenção, comercialização e utilização de criptomoedas. Estes países e regiões são: Argélia, Bangladesh, China, Egipto, Iraque, Marrocos, Nepal, Qatar e Tunísia. Além disso, 42 países e regiões implementaram proibições implícitas, que proíbem bancos e instituições financeiras de participarem em negócios de criptomoedas e proíbem as bolsas de criptomoedas de operar dentro das suas fronteiras. Estes países e regiões incluem: Cazaquistão, Tanzânia, Camarões, Turquia, Líbano, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Indonésia, Bolívia e Nigéria.
A proibição de criptomoedas nestes países e regiões deve-se principalmente a considerações como estabilidade financeira, soberania monetária, controlo de capitais, combate ao branqueamento de capitais e combate ao terrorismo. Alguns países também estão preocupados com o facto de as criptomoedas causarem concorrência e pressão sobre as suas moedas legais, ou levarem a problemas sociais e desperdício de recursos. Portanto, estes países e regiões adotaram medidas regulatórias mais rigorosas para limitar ou eliminar o impacto das criptomoedas.
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😉Fiquei muito impressionado com Butão e Geórgia. Isso mesmo 🤔 Quantos e quais países mantêm BTC em seus balanços (dados Bitwise): ◾️EUA: 198.109 BTC ◾️China: 190.000 BTC ◾️Grã-Bretanha: 61.245 BTC ◾️Ucrânia: 46.351 BTC ◾️Butão: 11.688 BTC ◾️El Salvador: 6027 BTC ◾️Venezuela: 240 BTC ◾️Finlândia: 90 BTC ◾️Geórgia: 66 BTC #country #crypto
😉Fiquei muito impressionado com Butão e Geórgia. Isso mesmo

🤔 Quantos e quais países mantêm BTC em seus balanços (dados Bitwise):

◾️EUA: 198.109 BTC
◾️China: 190.000 BTC
◾️Grã-Bretanha: 61.245 BTC
◾️Ucrânia: 46.351 BTC
◾️Butão: 11.688 BTC
◾️El Salvador: 6027 BTC
◾️Venezuela: 240 BTC
◾️Finlândia: 90 BTC
◾️Geórgia: 66 BTC

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