Stablecoins: Desmistificação (Parte 2/2)

🔍 Tipos de stablecoins:

1. Stablecoins lastreados em moeda fiduciária (Fiat):

Exemplo: USDC, USDT, EURSAapoiados em moedas como o dólar americano ou o euro, oferecem estabilidade diretamente ligada às moedas tradicionais.

2. Stablecoins lastreados em commodities:

Exemplo: DGX (apoiado em ouro) Ligados a reservas de mercadorias como o ouro, estes Stablecoins visam combinar a estabilidade com os benefícios tangíveis dos ativos físicos.

3. Stablecoins lastreados em outras criptomoedas:

Exemplo: DAI (apoiado por cripto-garantias) Utilize cripto-garantias ou mecanismos descentralizados para manter a sua estabilidade, proporcionando uma alternativa descentralizada aos modelos apoiados por moedas fiduciárias.

🚀 Impacto no DeFi:

1. Empréstimos e empréstimos descentralizados:

As stablecoins desempenham um papel central nos protocolos de empréstimos descentralizados, permitindo aos usuários ganhar juros ou pedir empréstimos sem serem expostos à volatilidade.

2. Negociação Descentralizada (DEX):

Essenciais para bolsas descentralizadas, os Stablecoins facilitam a negociação sem a necessidade de pares comerciais voláteis.

3. Tokens Sintéticos:

As stablecoins são frequentemente utilizadas como base para a criação de tokens sintéticos representando diversos ativos, ampliando as possibilidades de investimento.

4. Reserva de Valor:

Os Stablecoins tornaram-se uma reserva de valor comum no ecossistema DeFi, proporcionando aos utilizadores uma forma de proteger os seus fundos contra a volatilidade.

🌐 Conclusão:

As stablecoins evoluíram além do seu papel inicial como estabilizadores de valor para se tornarem atores-chave na revolução financeira descentralizada. A sua adoção continua a alimentar a expansão do DeFi e oferece novas perspectivas para a inclusão financeira global.

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