1) Dados de inflação nos EUA: um novo teste às políticas do Fed
Os mercados aguardam o anúncio dos dados do IPC nos Estados Unidos para Novembro, na quarta-feira, uma vez que estes dados darão sinais decisivos sobre a trajectória da política monetária da Reserva Federal antes da sua última reunião deste ano, em 17 e 18 de Dezembro.
A Reserva Federal cortou as taxas de juro em 75 pontos base desde Setembro e as expectativas são de um corte adicional de 25 pontos base.
O último relatório de empregos, que mostrou um desempenho mais forte do que o esperado, reforçou as apostas em mais flexibilização das taxas de juros. No entanto, quaisquer sinais de que o progresso em direção à meta de inflação de 2% esteja estagnado podem levar os mercados a reavaliarem suas expectativas.
As preocupações com a inflação voltaram à tona com os planos do presidente eleito Donald Trump de aumentar as tarifas de importação, o que pode aumentar ainda mais as pressões inflacionárias.
2) Mercado de ações enfrenta teste de inflação
Os mercados de ações dos EUA, especialmente o S&P 500 e o Nasdaq, registraram máximas históricas, apoiados pelas expectativas de cortes nas taxas de juros e forte crescimento econômico.
O próximo relatório de inflação testará esses ganhos. Se os dados forem maiores do que o esperado, o Fed pode diminuir o ritmo de flexibilização das taxas de juros, o que pode impactar o desempenho do mercado.
Analistas esperam que os cortes nas taxas de juros no próximo ano sejam mais graduais, à medida que as políticas econômicas do novo governo forem avaliadas depois que Trump assumir o cargo.
3) Decisão do Banco Central Europeu
O Banco Central Europeu realizará sua reunião final de 2024 na quinta-feira e deverá cortar as taxas de juros em 25 pontos-base, a quarta vez neste ano.
Embora a inflação tenha aumentado em novembro, ela ainda está longe da meta de 2% do banco central.
São esperadas atualizações nas previsões de crescimento e inflação, que provavelmente mostrarão uma tendência de queda devido ao aumento dos riscos tarifários, à turbulência política na Europa e à desaceleração da atividade econômica.
4) Bitcoin: A barreira dos US$ 100.000 e o futuro das criptomoedas
$BTC atingiu um marco histórico ao ultrapassar a barreira dos US$ 100.000, impulsionado pelo anúncio de Trump de nomeações pró-criptomoedas para sua equipe econômica.
Embora a ascensão do Bitcoin deva continuar, seu futuro regulatório permanece incerto. Há especulações de que seu valor pode chegar a US$ 200.000 até 2025, mas a história da moeda é cheia de flutuações bruscas.
5) Petróleo: Preocupações com a demanda pressionam preços
Os preços do petróleo caíram mais de 1% na sexta-feira, pressionados pelas expectativas de excesso de oferta e fraca demanda global, principalmente da China.
Apesar da decisão da OPEP+ de estender os cortes de produção até o final de 2026, isso não conseguiu acalmar as preocupações do mercado sobre a fraca demanda.
Em meio a tensões geopolíticas e desaceleração do crescimento econômico, os preços do petróleo permanecem dentro de limites, com preocupações constantes sobre o futuro da demanda global.
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