A anúncio pelos Estados Unidos de criar uma reserva estratégica em Bitcoin, com seus 200.000 $BTC apreendidos, equivale a plantar uma semente: um primeiro passo modesto, mas carregado de potencial.

Sem investir um dólar, eles se apoiam em sua posição única – BlackRock, Strategy e outros gigantes privados já detêm centenas de milhares de $BTC – para se ancorar de maneira firme na dominação do mercado. Almejar 20% dos $BTC em circulação é ambicioso, mas a transparência da blockchain revela qualquer compra maciça, arriscando uma explosão ou uma correção violenta.

Apesar de tudo, essa semente não germinará sozinha: o valor de sua reserva depende do resto do mundo – Estados, instituições, hodlers – para legitimar uma alta duradoura e, portanto, a própria essência do direito de existência dessa reserva.

O BTC, privado de valor intrínseco próprio, é a alquimia da oferta e da demanda que, no final, forjará um. A ambição americana, por mais poderosa que seja, não pode florescer sem esse consenso global. Onde alguns estão decepcionados com o resultado da cúpula cripto, outros encontram um sinal favorável.

Os Estados Unidos jogaram sua peça, agora é a vez do resto do mundo.

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