O processo de KYC da Pi Network enfrentou considerável crítica em relação à sua velocidade e confiabilidade, levando à frustração dos usuários e a uma sensação de incerteza. Os usuários relataram tempos de espera extremamente longos para que suas aplicações de KYC fossem processadas. Esse atraso cria ansiedade, especialmente com prazos iminentes, e uma sensação geral de estar em um estado de incerteza e desconforto emocional.
A natureza imprevisível dos tempos de processamento torna difícil para os usuários planejar ou confiar no resultado. Vários usuários encontraram falhas técnicas durante o processo de KYC, incluindo problemas com o upload de documentos, reconhecimento facial e submissões de aplicações. Essas falhas técnicas levam a tentativas repetidas, tempo perdido e uma perda de confiança na confiabilidade do sistema. Relatos de resultados inconsistentes de KYC surgiram, com alguns usuários enfrentando rejeições ou solicitações de informações adicionais, apesar de terem enviado documentos válidos. O uso de validadores regionais também resultou em resultados inconsistentes devido à falta de diretrizes claras.
A comunicação da Pi Network sobre os tempos de processamento de KYC e potenciais problemas foi criticada por ser vaga e insuficiente. Os usuários frequentemente se sentem deixados no escuro, com informações limitadas sobre o status de suas aplicações ou os motivos para atrasos ou rejeições. O fato de o sistema depender de validadores auto-registrados levanta preocupações sobre a confiabilidade do sistema. Esses validadores são devidamente avaliados? Eles estão devidamente treinados? Estão agindo de boa-fé? Esses problemas destacam a luta da Pi Network para fornecer uma experiência de KYC rápida, confiável e consistente, criando um gargalo significativo no progresso do projeto em direção à criação de valor sustentável para seus usuários.
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