Em 24 de março de 2025, o mercado de ações dos EUA está enfrentando uma volatilidade significativa, impulsionada pelas recentes políticas econômicas do Presidente Donald Trump. O SPDR S&P 500 ETF Trust (SPY) está sendo negociado a $563,98, uma queda de 0,15% em relação ao fechamento anterior. O SPDR Dow Jones Industrial Average ETF (DIA) também caiu ligeiramente, caindo 0,11% para $419,62, enquanto o Invesco QQQ Trust Series 1 (QQQ) contrariou a tendência, subindo 0,43% para $480,84.

Essa turbulência decorre principalmente da incerteza aumentada em torno das políticas comerciais da administração, particularmente a introdução de tarifas sobre parceiros comerciais chave. Essas medidas desencadearam uma venda generalizada tanto no dólar dos EUA quanto nas ações, abalando a confiança de Wall Street no comércio do "excepcionalismo americano". O dólar enfraqueceu 4% em relação a uma cesta de moedas principais, enquanto o S&P 500 caiu quase 4% nas últimas semanas.

O impacto também é evidente nas fusões e aquisições corporativas. As fusões e aquisições caíram para o menor nível em uma década, despencando quase 30% em relação ao ano anterior, à medida que a incerteza política e econômica sob a administração Trump esfriou o entusiasmo por aquisições e ofertas públicas iniciais.

Apesar desses desafios, certos setores estão se mostrando resilientes. Metais, ações chinesas, provedores de seguros e alguns setores financeiros mostraram força relativa em meio à desaceleração mais ampla. O ouro e a prata, beneficiando-se de preocupações geopolíticas, dispararam para novos recordes. Enquanto isso, as ações chinesas permaneceram otimistas, apoiadas por medidas de estímulo doméstico e avanços em inteligência artificial, apesar do peso das tarifas dos EUA.

Olhando para o futuro, os investidores estarão observando de perto os dados econômicos chave, incluindo o próximo relatório do Índice de Confiança do Consumidor. Espera-se que esse índice caia para 95 em março, o que pode oferecer insights críticos sobre o sentimento do consumidor e as tendências de gastos, potencialmente moldando a direção do mercado nas próximas semanas.

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