Em 27 de março de 2025, o Bitcoin gira sob os holofotes financeiros, seu preço pirueteando de $80.000 para impressionantes $150.000. Isso não é uma mera flutuação—é uma sinfonia de momentum, um crescendo de crença, apresentado em um palco global de telas e sonhos. A ascensão começa em $80.000, um limiar outrora inimaginável, agora uma mola propulsora. O mercado zune com antecipação, alimentado por sussurros de compras institucionais e o tic constante do relógio do halving. Cada queda—um deslize fugaz abaixo de $85.000—sente-se como uma respiração antes do salto. Os traders seguram seus gráficos, os hodlers seguram suas chaves, e a blockchain pulsa, indiferente à frenesi. Então vem a onda. Passando de $100.000, o Bitcoin despede-se de seus céticos como folhas de outono. Os feeds de notícias zumbem com manchetes: “O Novo Padrão Dourado?” A linha no gráfico acentua-se, um traço de verde pintando esperança em telas de candlestick. A $120.000, o mundo percebe—governos inquietam-se, bancos recalibram-se, e um vendedor de rua em Seul aceita satoshis por chá. A $150.000, já não é apenas um número; é um marco esculpido em pedra digital.#BTC☀️ #BinanceLaunchpoolGUN #BSCProjectSpotlight $BTC