O Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos EUA aprovou a Lei STABLE, com o objetivo de regulamentar stablecoins como Tether (USDT) e USDC da Circle. Aprovada com uma votação de 32 a 17, a proposta exige que as stablecoins sejam lastreadas um a um por dólares americanos ou dívida governamental de curto prazo, com a intenção de aumentar a estabilidade e a proteção do consumidor no mercado de ativos digitais. O presidente French Hill enfatizou a necessidade de estruturas regulatórias para apoiar a inovação.
A Lei STABLE exige que os emissores mantenham reservas aprovadas, impactando empresas como a Tether, que enfrentou escrutínio sobre a transparência das reservas. Essa regulamentação poderia aumentar a confiança institucional e promover a integração das stablecoins na economia dos EUA. Os legisladores argumentam que as stablecoins podem fortalecer a dominância global do dólar americano, garantindo que esses ativos digitais permaneçam vinculados aos sistemas financeiros tradicionais.
As tensões políticas persistem, com preocupações sobre conflitos de interesse, notavelmente da democrata Maxine Waters. Apesar disso, a proposta representa um esforço bipartidário para formalizar as regulamentações sobre criptomoedas. O Senado está desenvolvendo simultaneamente a Lei GENIUS, que pode alinhar-se com a Lei STABLE para estabelecer uma estrutura regulatória unificada. Isso pode influenciar significativamente as operações de stablecoins nos EUA e estabelecer um precedente para abordagens regulatórias globais.