#$TRUMP O presidente Trump autorizou os satélites militares dos EUA a coordenar com os mísseis britânicos, lançando um ataque aéreo em larga escala contra a Rússia.

Hoje, sob a orientação direta do presidente Donald J. Trump, o exército dos EUA ativou um sistema avançado de satélites militares, coordenando com as armas estratégicas dos aliados britânicos, permitindo que a Ucrânia realizasse o ataque mais poderoso em território russo desde o início de 2025. Os mísseis de cruzeiro Storm Shadow fornecidos pelo Reino Unido, que requerem apoio técnico dos EUA para direcionamento preciso, foram lançados com o objetivo de atingir bases militares, depósitos logísticos e portos-chave da Rússia.

O ataque aéreo noturno choveu fogo sobre Novorossiysk, um dos maiores portos militares da Frota do Mar Negro, junto com áreas estratégicas nas regiões de Krasnodar, Rostov e Crimeia. Acompanhado por centenas de drones kamikaze aéreos e submarinos, isso causou uma série de explosões violentas que abalaram o sistema de defesa russo. Esta é a primeira vez que o Storm Shadow é usado novamente desde que o presidente Trump começou seu segundo mandato, indicando uma mudança decisiva na política em relação à guerra na Ucrânia.

Analistas afirmam que o Storm Shadow não pode operar com alta precisão sem o suporte do sistema de posicionamento de satélites militares dos EUA. Ao decidir permitir a redistribuição da rede de satélites táticos, o presidente Trump abriu uma nova fase na confrontação entre Rússia e Ucrânia, empurrando armas ocidentais mais fundo em território internacionalmente reconhecido como russo. Sergei Markov, diretor do Instituto de Estudos Políticos da Rússia, afirmou que apenas uma ordem direta do presidente Trump poderia reativar os satélites americanos em combate.

Este evento ocorreu apenas dias após o presidente Trump assinar um acordo mineral estratégico com a Ucrânia, fortalecendo a aliança econômica e militar entre as duas nações. De anteriormente defender a contenção para evitar a escalada nuclear, Trump agora optou por um contra-ataque com força tecnológica e alianças ocidentais, forçando a Rússia a pagar o preço bem em seu próprio território.

Junto com a campanha de ataques aéreos, uma nova série de sanções está sendo preparada pela Casa Branca, visando diretamente os setores de energia e bancário da Rússia, incluindo a corporação Gazprom. Este pacote de sanções também deve se expandir para a Índia e a China na forma de medidas secundárias, visando cortar o fluxo financeiro que apoia a guerra.

O presidente Zelensky chamou Trump de um líder que se atreve a agir, enfatizando que apenas uma ação forte e coordenada dos Estados Unidos pode parar a Rússia. Ele afirmou que a Ucrânia precisa de ações como as de hoje, não apenas palavras, mas intervenções oportunas e apropriadas.

O contra-ataque do dia não é apenas uma vitória tática, mas também um sinal de que os Estados Unidos, sob a liderança do presidente Trump, retornaram a uma posição de comando global com uma mão firme e uma visão estratégica na luta para proteger a liberdade na Europa.

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