#美国加密立法
Em 2025, a legislação de criptomoedas nos Estados Unidos atinge uma virada histórica. O governo Trump assina a "Lei de Reserva Estratégica do Bitcoin", incorporando 200.000 bitcoins (representando 6% da oferta circulante de bitcoin) nas reservas estratégicas nacionais e proibindo sua venda permanente, reforçando sua propriedade de "ouro digital" por meio de "reforma do lado da oferta", enquanto incentiva os estados a explorar políticas de dedução fiscal para bitcoin, entre outras. Além disso, a "Lei de Inovação Financeira e Tecnológica do Século 21" (FIT21) define as responsabilidades da SEC e da CFTC, com a primeira regulando tokens de segurança e a segunda responsável por ativos de commodities e mercados à vista, pavimentando o caminho para o ETF de bitcoin.
A regulamentação de stablecoins se torna outro foco, com a "Lei de Responsabilidade das Stablecoins" exigindo 100% de reservas em dólares para suporte e estabelecendo um sistema de supervisão em camadas federais e estaduais, acelerando a fusão entre bancos e o mercado de criptomoedas. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos aboliram as regras fiscais controversas da IRS sobre plataformas DeFi, mudando para uma regulamentação de "neutralidade tecnológica", protegendo a privacidade e incentivando a inovação.
Embora a legislação em nível estadual enfrente obstáculos, estados como o Texas já aprovaram leis locais de reserva em criptomoedas, e a interação das políticas federais e estaduais está gradualmente se formando. Em todo o mundo, as políticas dos Estados Unidos geram imitações, com o FMI prevendo que um aumento de 10% no valor de mercado das criptomoedas pode impulsionar o PIB dos EUA em 0,2 pontos percentuais, com ativos criptográficos se tornando um novo meio de condução da liquidez do dólar.
Essa série de legislações marca a transição dos Estados Unidos de "arbitragem regulatória" para "competição institucional", buscando dominar a nova era das finanças digitais. No entanto, questões como lavagem de dinheiro e consumo de energia ainda precisam de regras mais detalhadas, e equilibrar inovação e risco continua sendo um desafio de longo prazo.