As operações de negociação relativas envolvem estratégias que capitalizam sobre as diferenças de preço entre instrumentos financeiros relacionados. Esses negócios geralmente incluem negociação de pares, onde os investidores compram um ativo e vendem outro a descoberto, assumindo uma convergência ou divergência em seus preços. Os negociantes de valor relativo dependem de relações históricas, análise fundamental ou modelos estatísticos para identificar ineficiências.

Os instrumentos comuns incluem ações, títulos ou derivativos com movimentos correlacionados. O objetivo é lucrar com o desempenho relativo, independentemente da direção do mercado. A gestão de riscos é crucial, uma vez que as suposições do modelo podem falhar. Essa abordagem é popular em fundos de hedge e negociações institucionais devido ao seu potencial neutro em relação ao mercado.