Regulamentação Global de Stablecoins 🌍

As leis sobre stablecoins estão evoluindo em todo o mundo, com jurisdições como a UE, Reino Unido e Emirados Árabes Unidos implementando estruturas. O MiCA da UE classifica stablecoins como dinheiro eletrônico ou tokens referenciados a ativos, exigindo reservas líquidas e aprovação regulatória. O Reino Unido trata stablecoins como instrumentos de pagamento, enquanto o ADGM dos Emirados permite tokens lastreados em moeda fiduciária. Em contraste, os EUA carecem de uma lei federal abrangente, dependendo de regulamentações estaduais como a BitLicense de Nova York. Princípios globais enfatizam a cobertura de reservas 1:1 e transparência, mas a arbitragem regulatória continua a ser um desafio. Harmonizar regras transfronteiriças é crítico para prevenir atividades ilícitas e garantir interoperabilidade no mercado de stablecoins de $243 bilhões.

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As rigorosas regulamentações cripto da China sufocam o crescimento das stablecoins, enquanto o Digital HKD de Hong Kong atua como uma stablecoin de fato, com regras futuras pendentes. Cingapura aplica leis financeiras existentes, complicando a emissão de stablecoins. À medida que as stablecoins facilitam pagamentos globais instantâneos, os países devem equilibrar inovação com supervisão. O GENIUS Act dos EUA poderia estabelecer um precedente, mas críticos alertam para riscos como fraudes e evasão de sanções sem proteções mais robustas. A coordenação global é essencial para aproveitar o potencial das stablecoins, ao mesmo tempo em que protege os sistemas financeiros e os consumidores da volatilidade e do uso indevido.

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