Solana vs Ethereum — duas estratégias de blockchain escalável

Ethereum e Solana — dois líderes no mundo dos contratos inteligentes, mas escolheram abordagens radicalmente diferentes para escalabilidade. Vamos analisar a essência dessas estratégias e quem sacrifica o quê.

Ethereum: modularidade e L2

Ethereum aposta em uma arquitetura modular:

O próprio Ethereum (Layer 1) se torna a base de segurança.

A escalabilidade ocorre através de soluções Layer 2 — Rollups.

No futuro, será implementado o Danksharding para armazenamento barato de dados L2.

Vantagens:

Alto nível de descentralização.

Segurança no nível L1.

Flexibilidade — cada Rollup pode ser configurado para tarefas específicas.

Desvantagens:

Dificuldade de interação entre L2.

Atrasos e desconforto de UX para os usuários.

Altas taxas no L1 ainda são uma realidade.

Solana: tudo em um (abordagem monolítica)

Solana seguiu um caminho diferente — tudo dentro de um único nível (cadeia monolítica):

Todas as transações e contratos inteligentes são processados em uma única cadeia.

Ultra alta capacidade de processamento é alcançada por meio de otimizações, incluindo:

Prova de História (PoH)

Processamento paralelo de transações (Sealevel)

Vantagens:

Rápido, barato, UX como o Web2.

Sem L2 — tudo é simples e nativo.

Desvantagens:

Altas exigências de sistema para os nós.

O nível de descentralização é menor.

Falhas de rede já ocorreram — sobrecargas, inatividade.

A principal diferença:

Ethereum divide responsabilidades entre camadas: L1 = segurança, L2 = escalabilidade.

Solana faz tudo em um só lugar, otimizando ao máximo o funcionamento do L1.

O que escolher?

Ethereum — um ecossistema para construir infraestrutura.

Solana — uma plataforma focada em UX e velocidade.

O mundo Web3 provavelmente não se limitará a um único vencedor — diferentes tarefas requerem arquiteturas diferentes.

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