A principal fonte de atenção para os mercados financeiros em relação às políticas da atual administração dos Estados Unidos continua a ser a questão das tarifas.

#Dazi e tensões comerciais:

* O presidente ameaçou aumentar as tarifas em relação a vários países, como a Índia, devido às suas relações comerciais.

* Essas ameaças geram incerteza e volatilidade nos mercados globais, com impactos variados dependendo dos setores e das geografias.

* Por exemplo, houve sinais de diálogo sobre tarifas entre os Estados Unidos e a União Europeia, que tiveram um efeito positivo nos mercados. Ao mesmo tempo, as ações dos Estados Unidos às vezes mostraram um desempenho mais fraco, enquanto os mercados europeus e asiáticos, incluindo as ações de tecnologia chinesas, mostraram resiliência.

Política monetária e nomeações:

* O presidente garantiu, pelo menos por enquanto, que o atual presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, permanecerá no cargo, uma notícia que ajuda a estabilizar as expectativas sobre as taxas de juros.

Desempenho dos mercados:

* As ameaças de tarifas causaram em alguns casos uma queda em Wall Street, com o S&P 500, o Nasdaq e o Dow Jones registrando perdas em determinados dias.

* No entanto, houve momentos de recuperação, com os mercados europeus mostrando resiliência, como no caso de Milão, que registrou um crescimento significativo em algumas sessões.

* Em geral, a incerteza gerada pelas políticas comerciais tornou os investidores mais cautelosos, levando-os a setores "defensivos".

Outros fatores:

* As decisões do governo em relação à energia e à desregulamentação beneficiaram os setores relacionados a combustíveis fósseis.

* O dólar americano mostrou um fortalecimento inicial, embora em alguns momentos tenha registrado um enfraquecimento.

* Há também expectativa em relação às novas nomeações que serão feitas pela administração, que podem influenciar ainda mais as políticas econômicas e, consequentemente, os mercados.

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