Lembre-se de dois anos atrás, quando todo mundo gritava que registrar qualquer coisa na Ethereum era impossível devido às taxas de gás? Naquela época, o ENS realmente planejou seu próprio L2 — Namechain. Fazia sentido: $5 de gás por registro de nome, em comparação com uma cadeia dedicada e barata.
Mas o jogo mudou. Melhorias como Fusaka empurraram os limites de gás de bloco para 60M, com 200M alvo até 2026. Resultado? Os custos de registro despencaram de $5 para $0,05 — quase 100 vezes mais barato. Então, por que se preocupar com um L2 separado e suas dores de cabeça — sequenciadores centralizados, dependências de ponte, suposições de confiança — quando o L1 de repente se tornou rápido e muito barato?
Katherine Wu do ENS colocou de forma direta: subsidiar o Namechain teria custado centenas de milhares anualmente. No L1? Quase zero. Além disso, sem acrobacias entre cadeias — seu nome .eth resolve de forma clara, sem necessidade de pontes.
Vitalik também acertou: os nomes ENS não são apenas rótulos — são ativos semifinanceiros. Sua segurança pertence à base do Ethereum, não a uma camada L2 cheia de compromissos.
Isso não é uma retirada — é agilidade estratégica. Projetos inteligentes não se agarram a antigos planos quando os fundamentos mudam. O ENS recalibrado — e acertou.
Então aqui está a verdadeira questão: na era do gás L1 ultra-barato, as primitivas de infraestrutura como o ENS ainda precisam de seu próprio L2?
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