PLASMA SABE QUE O CONTROLE DE ATIVOS ≠ CONTROLE DE REDE, E DESIGNA EM TORNO DISSO

A percepção silenciosa do Plasma XPL é que a "resistência à censura" tem duas camadas: a rede que ordena transações e o contrato de ativos que decide se o valor realmente se move. O Plasma pode dificultar que os validadores excluam sua transação, mas não pode magicamente remover a capacidade de um emissor de congelar ou colocar em uma lista negra no nível do token, então ele projeta um mundo onde esses poderes existem. A movimentação prática é separar a inclusão de mensagens confiáveis da liquidação previsível: você ainda pode registrar e roteirizar sua intenção, mesmo que um ativo específico se recuse a transferir, e os construtores podem projetar caminhos de fallback (ativos alternativos, custódia ou liquidação atrasada) sem fingir que a ferrovia é a mesma coisa que o dinheiro.

É como construir uma estrada pública onde o tráfego flui, mesmo que alguns carros possam ser desativados remotamente.

As taxas cobrem o uso diário da rede (enviando transações e utilizando espaço em bloco), a participação dá aos validadores um verdadeiro interesse no jogo, para que sejam punidos por trapacear, e a governança permite que os detentores ajustem regras e atualizações quando o sistema precisa evoluir. Incerteza: o "equilíbrio" certo entre neutralidade e pressão de conformidade pode mudar rapidamente quando a aplicação do mundo real chega. Você prefere sistemas que admitem essa divisão de antemão, ou aqueles que tentam escondê-la?

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