Qualquer um pode copiar um whitepaper. A verdadeira diligência acontece quando você vai além do marketing e faz as perguntas desconfortáveis. Aqui estão as três que eu sempre faço.

O whitepaper diz "revolucionário," "escalável," e "descentralizado." Ótimo. Vamos cavar mais fundo.

1. "Quem São os Desenvolvedores, e Eles Estão Doxxados?"

Uma equipe anônima construindo um protocolo DeFi destinado a reter bilhões? Sinal de alerta. Procuro fundadores com histórias públicas no LinkedIn/Github. Para verdadeira descentralização, eu verifico: A comunidade pode governar e atualizar o protocolo, ou é um "multisig da equipe" pelos próximos 5 anos?

2. "Para Que Serve Realmente o Token?"

Se a resposta é apenas "governança", seja cético. Isso captura taxas? É necessário para pagar por serviços essenciais (como gás)? Há um fluxo de valor real e acumulável para os detentores de tokens ou é apenas uma ferramenta de votação? Um modelo de token fraco = luta a longo prazo.

3. "Quem Já Investiu e Qual é a Saída Deles?"

Verifique a página de tokenomics. Qual % é alocada para VCs e consultores? Qual é o cronograma de liberação? Se 40% dos tokens desbloqueiam em 6 meses, isso é uma grande sobrecarga no preço. Eu prefiro comprar depois que esse precipício tiver passado.

Fazer essa imersão de 15 minutos me salvou de mais projetos "supervalorizados" do que consigo contar. Seja curioso, seja cético e leia nas entrelinhas.

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