Plasma não é barulhento, e esse é meio que o ponto.

Enquanto a maioria das soluções de escalonamento compete em complexidade, o Plasma foca em throughput e custo. Mova valor para fora da cadeia, liquide apenas quando necessário e mantenha o Ethereum como a última linha de defesa.

O que torna o Plasma interessante agora não é a inovação — é a adequação.

Atividade de alta frequência não precisa de verificação constante de L1. Pagamentos, micro-transferências, economias dentro do jogo — esses quebram quando as taxas aumentam. O Plasma os lida discretamente em segundo plano.

Existem trade-offs. Os usuários dependem de saídas e monitoramento, e não é construído para cada caso de uso. Mas em um mundo modular do Ethereum, nem tudo precisa de garantias de rollup.

O Plasma não está tentando vencer a corrida de escalonamento.

Ele está tentando fazer uma coisa bem — mover valor de forma barata, em grande escala, sem drama.

Às vezes isso é suficiente.

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