A Suzano do Brasil, um dos principais exportadores de celulose do mundo, pretende manter a produção abaixo da capacidade total até 2026 devido aos efeitos adversos de um dólar americano enfraquecido sobre a receita, de acordo com o CEO Joao Alberto Abreu. A Bloomberg publicou no X, destacando a decisão estratégica da empresa de navegar pelos desafios financeiros impostos pelas flutuações cambiais. A abordagem da Suzano reflete uma postura cautelosa em resposta ao ambiente econômico, visando otimizar as operações enquanto gerencia riscos financeiros. A decisão sublinha o impacto mais amplo dos movimentos cambiais no comércio internacional e nas estratégias corporativas.