Em 13 de fevereiro, a Sonic Labs emitiu uma declaração sobre comentários públicos recentes sobre Andre Cronje e a Sonic Network. De acordo com o BlockBeats, uma equipe sul-coreana iniciou um ICO para a Fantom, agora conhecida como Sonic, em 2018. Devido à má gestão, o projeto falhou em entregar um produto totalmente funcional, levando a uma significativa depleção financeira. Andre Cronje ingressou no projeto em junho de 2018, revitalizando a Fantom. Na época de seu envolvimento, os ativos não-FTM no tesouro eram inferiores a $5 milhões, que cresceram para nove dígitos entre 2020 e 2021.

Sonic Labs esclareceu que Andre Cronje não projetou o modelo econômico original do token Fantom, que foi criado pela equipe inicial da Coreia do Sul em 2018 e posteriormente modificado por meio da governança em cadeia. Além disso, Andre não gerencia ou controla exclusivamente o fundo de desenvolvimento da Sonic. Ele nunca abandonou a Fantom/Sonic, tendo projetado a tecnologia inicial, expandido o financiamento e continuado a servir como conselheiro técnico, orientando regularmente a equipe técnica. Não houve casos de apropriação indevida de fundos.