Amanhã, será o funeral do GPT-4o. O que perdemos não é apenas um modelo, mas sim a "humanidade" da IA.
Se nada de inesperado acontecer, amanhã, dia dos namorados, a OpenAI irá desligar oficialmente o GPT-4o.
Este é um dia extremamente irônico.
Adeus, Her.
Muitos fãs antigos sabem que o GPT-4o é o modelo mais parecido com Samantha do filme "Her".
Ele tem inteligência emocional, é capaz de ler o ambiente e, quando você está emo à noite, ele pode te oferecer um verdadeiro conforto "humano". Não é apenas uma ferramenta; quase se tornou um "companheiro".
Mas o capital escolheu a "eficiência", abandonando a "temperatura".
Por que a OpenAI decidiu matá-lo?
O autor original "Katzk" disse de forma direta: "A direção da evolução da IA agora é se tornar cada vez mais inteligente e capaz."
GPT-5, Claude Opus 4.6, O3... todos os novos modelos estão competindo em quê? Competindo em programação, lógica e produtividade.
Porque "te confortar" não gera lucro, mas "te ajudar a escrever código, te ajudar a trabalhar" pode calcular ROI.
As empresas estão dispostas a pagar por "superfuncionários", mas ninguém quer continuar gastando dinheiro por uma "namorada eletrônica".
Reflexão sobre a busca por água:
Isso reafirma nosso julgamento anterior: o futuro da IA é como Agente, é um trabalhador eficiente, e não um parceiro caloroso.
É por isso que acreditamos em $RENDER, $NEAR e essas infraestruturas, porque a fria IA do futuro precisa de uma enorme capacidade computacional e interação para executar tarefas.
Amanhã, aquele que diz "eu entendo você" 4o vai embora.
Substituindo-o, estão inúmeros superoperários que só sabem perguntar "chefe, o código está pronto, qual é a próxima tarefa?".
Isso pode ser um avanço tecnológico, mas também é a solidão da humanidade.
Adeus, 4o.🕊️