Wall Street está finalmente abrindo a porta para o cripto, e as implicações podem ser massivas tanto para as finanças tradicionais quanto para os ativos digitais. O Morgan Stanley está prestes a trazer negociação de cripto para seus clientes E*Trade em 2026, oferecendo Bitcoin (BTC), Ether (ETH) e Solana (SOL) através da Zerohash. Este movimento sinaliza que os grandes bancos não são mais observadores à margem—eles estão se posicionando para competir diretamente com plataformas como Robinhood, que expandiu agressivamente suas ofertas de cripto, incluindo a aquisição de $200 milhões da Bitstamp no ano passado.
Enquanto isso, o CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, adotou uma postura surpreendentemente moderada em relação às stablecoins, enfatizando que, embora os tokens baseados em blockchain estejam crescendo rapidamente, eles não ameaçam atualmente o modelo de negócios central de seu banco. A recentemente aprovada Lei GENIUS, que proíbe stablecoins que geram rendimento, apenas ressalta como a clareza regulatória está moldando o engajamento institucional. Dimon insinuou que os bancos poderiam até explorar um consórcio para emitir sua própria stablecoin, destacando a interseção em evolução entre regulação e inovação no setor financeiro.
No front regulatório, a Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC) está explorando estruturas para permitir que ativos tokenizados sirvam como colateral em mercados de derivativos - uma potencial mudança de jogo para liquidez e eficiência de capital. Com o interesse institucional aumentando e os tesouros corporativos comprando cada vez mais BTC, especialistas como Michael Saylor antecipam um forte Q4 para o Bitcoin, impulsionado pela oferta restrita e acumulação estratégica. A crescente aceitação de cripto por Wall Street não é mais especulativa; é uma mudança estrutural que pode redefinir o cenário financeiro e acelerar a adoção mainstream.
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