Nos últimos dias, o mercado de criptomoedas passou por verdadeiras montanhas-russas devido ao agravamento da guerra comercial entre os EUA e a China. Em 10 de outubro, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a imposição de tarifas de 100% sobre produtos tecnológicos chineses e novas restrições de exportação sobre software crítico, acusando Pequim de uma política agressiva em relação aos minerais de terras raras. Isso causou pânico: a capitalização total dos criptoativos caiu de $4,25 trilhões para $4,05 trilhões, apagando $200 bilhões, e $BTC despencou 10% para $107 mil. As liquidações de posições ultrapassaram $7 bilhões por hora, afetando 1,6 milhões de traders, incluindo $ETH (-17%) e $XRP (-30%).
E já em 12 de outubro a situação mudou. Descobriu-se que a postagem inicial de Trump no Truth Social se baseava em um mal-entendido sobre a política tarifária da China. Após esclarecimentos, a tensão diminuiu, e os investidores retornaram ao mercado. Em um dia, a capitalização aumentou em $180 bilhões — para $3,87 trilhões. O Bitcoin subiu 2% para acima de $114 mil, o Ethereum — 8% para $4.139, o Binance Coin liderou com +12,34% para $1.297, e o Solana — +6,19% para $195.
Este evento destaca a vulnerabilidade da cripto à geopolitica, mas também seu potencial como hedge. A guerra comercial, que começou em 2018, historicamente provocou volatilidade: em 2019, uma queda de $200 bilhões. Agora, com o afrouxamento das tarifas, analistas preveem a continuação do rali de alta, especialmente em blockchain e IA. Investidores veem o Bitcoin como "ouro digital" contra a inflação das tarifas. A China, ao promover o yuan digital, pode acelerar a adoção global da cripto.
O mercado está se estabilizando, mas a volatilidade permanecerá. Fique atento às notícias: a próxima escalada pode apagar ainda mais.
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