No início de novembro de 2025, usuários russos da exchange de criptomoedas Bybit EU e do banco Revolut enfrentaram bloqueios em massa de contas. De acordo com ForkLog e The Moscow Times, os problemas começaram após a fusão da filial holandesa da Bybit NL com a Bybit EU pan-europeia. Usuários com cidadania russa, mesmo aqueles com visto de residência na UE, não conseguiram passar pela revalidação KYC. A exchange proibiu o registro para cidadãos da Rússia, Afeganistão, Bielorrússia, Irã, Coreia do Norte e EUA, citando o 19º pacote de sanções da UE.
Situação semelhante com o Revolut: clientes da Letônia, Irlanda e Finlândia receberam notificações sobre congelamento de contas a partir de 31 de dezembro. O banco exige documentos atuais sobre a permanência na UE, mas muitos reclamam que o envio de arquivos é impossível, e o acesso aos fundos está bloqueado. O Revolut, fundado pelo russo Mykola Storonsky, desde 2022 limitou os serviços para russos, mas agora endureceu as regras para residentes da UE sem um visto europeu.
Especialistas associam isso à pressão global dos reguladores: a ONU, a UE e os EUA exigem estrita conformidade com as sanções. Os russos expressam descontentamento nas redes sociais, apontando riscos para transferências e criptotrading. "É um golpe na liberdade financeira", escreve um dos usuários no Telegram. Enquanto a Bybit global permanece acessível para os russos, a filial europeia está intensificando as barreiras. Analistas preveem um aumento na popularidade de plataformas alternativas.
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