📅 4 de novembro | Texas, Estados Unidos
A mineração de Bitcoin mais uma vez demonstra sua força financeira—e desta vez, com um aliado inesperado: inteligência artificial. A Marathon Digital Holdings (MARA), um dos maiores mineradores de Bitcoin do mundo, relatou um lucro trimestral recorde de $123 milhões, impulsionado por um modelo híbrido que combina mineração de BTC e processamento de dados para ativos de IA.
📖 A Marathon Digital, conhecida por sua vasta operação de mineração no Texas e Dakota do Norte, registrou seu trimestre mais lucrativo na história da empresa, com lucro líquido superior a $123 milhões, de acordo com o The Block.
A chave para o sucesso não estava apenas no Bitcoin, mas em uma estratégia de diversificação que integra mineração de cripto com poder computacional para IA, aproveitando sua infraestrutura de energia e resfriamento já instalada. Durante o último trimestre, a MARA implantou mais de 25.000 unidades de GPU dedicadas ao treinamento de modelos de IA, um movimento que transformou parte de sua frota de mineração tradicional em uma rede de “inteligência computacional custo-efetiva”.
De acordo com a empresa:
“Estamos demonstrando que o futuro da mineração não é apenas Bitcoin, mas a convergência entre cripto, IA e energia eficiente.”
O CEO Fred Thiel destacou que essa evolução não é um experimento, mas sim uma transição estratégica para uma economia de ativos digitais diversificada. A empresa não apenas aumentou sua margem operacional, mas também reduziu sua dependência do preço do BTC, criando um fluxo de receita estável respaldado por contratos de computação para empresas de tecnologia.
Diferente de outras empresas do setor que estão lutando para manter margens frente ao halving e à volatilidade, a Marathon está convertendo seus data centers em híbridos entre fazendas de mineração e centros de inteligência artificial, um modelo que pode redefinir a mineração digital.
Até analistas da TD Cowen e JP Morgan apontaram que a abordagem da MARA marca uma nova fronteira entre mineração e computação distribuída, capaz de sustentar sua lucratividade mesmo se o Bitcoin corrigir.
Nas palavras do CEO Thiel:
“O futuro não pertence àqueles que mineram mais blocos, mas àqueles que podem processar mais dados.”
Opinião do Tópico:
Durante anos, o setor foi criticado por seu consumo de energia e sua total dependência do preço do Bitcoin. Mas a MARA demonstra que o poder computacional é o novo petróleo, e quem souber direcioná-lo para novas indústrias—como IA—terá uma imensa vantagem estrutural.
💬 Você acha que outros mineradores deveriam seguir o modelo da MARA e combinar Bitcoin com IA?
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