🇻🇪💰 “Venezuela: quando o bolívar valia mais que o dólar.
Houve uma época em que a Venezuela foi um dos países mais prósperos do planeta.
Sim, mais rica —em renda per capita— que o Japão, Espanha ou Coreia do Sul.
Entre 1950 e 1980, o país viveu sua era dourada.
O petróleo fluía como ouro líquido 💧💸,
Caracas era uma metrópole moderna, cheia de arranha-céus, carros americanos e uma classe média em expansão.
Enquanto a Europa saía da guerra, a Venezuela recebia milhares de imigrantes em busca de oportunidades.
🌆 A essa época se chamou “A Venezuela Saudita”,
porque sua riqueza petrolífera rivalizava com a da Arábia Saudita.
O bolívar era mais forte que o dólar,
e as famílias venezuelanas viajavam para Miami ou Paris com um orgulho que parecia inesgotável.
📈 Nos anos 70, o PIB per capita venezuelano superou o do Japão e duplicava o do México.
Era um país que brilhava na América Latina,
com estabilidade, educação e uma visão de modernidade que inspirava respeito.
Mas então chegou o golpe invisível:
a dependência total do petróleo.
Quando o preço do petróleo caiu nos anos 80, a economia desmoronou.
A Sexta-Feira Negra de 1983 marcou o fim do sonho.
A partir de então, se combinou inflação, endividamento e políticas econômicas erráticas.
A chamada “Venezuela Saudita” se apagou oficialmente naquele ano.
💭 A Venezuela foi um gigante adormecido sobre seu próprio ouro negro.
Mostrou que a riqueza sem diversificação se torna um miragem,
e que um país pode ter tudo…
menos um plano para o amanhã.