Famílias economias criminosas na América Latina tornaram-se quase invisíveis graças ao uso combinado de inteligência artificial, criptomoedas e corrupção algorítmica. Os grupos criminosos já não dependem apenas de armas ou territórios: agora manipulam códigos, sistemas automatizados e redes digitais para mover dinheiro, evadir sanções e reescrever as regras do poder.
Diante desse panorama, a justiça tradicional fica para trás. O texto propõe que os sistemas judiciais devem atualizar sua ética e sua tecnologia, porque se não o fizerem, o código — os algoritmos opacos que o crime já utiliza — acabará substituindo o próprio direito. A região enfrenta uma nova versão do crime organizado: uma que opera em silêncio, em telas, e que desdobra as fronteiras entre corrupção, tecnologia e poder.
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