Pavel Durov esteve em uma encruzilhada que não recebe muitas visitas: entre se submeter à pressão de um país ou abrir mão de tudo em nome da liberdade que considera absoluta. Ele escolheu o caminho mais silencioso, deixando a Rússia, não porque quisesse fugir, mas porque não queria que nenhuma mão controlasse os princípios que construiu no Telegram. As acusações de que a plataforma é controlada pelo governo russo, para ele, são apenas sombras que foram intencionalmente sopradas por concorrentes inquietos ao ver seu crescimento.
Ele tentou os Estados Unidos, um país frequentemente celebrado como o centro da inovação mundial. Porém, por trás do brilho, ele encontrou novas barreiras: uma burocracia exaustiva, um ambiente hostil e até um evento estranho quando alguém tentou roubar seu celular nas ruas de San Francisco. A atenção das agências de segurança dos EUA chegou até mesmo a tentar recrutar seus funcionários para buscar brechas no Telegram, o que o deixou ainda mais convencido de que a liberdade lá não é como muitos imaginam.
No final, Durov encontrou sua resposta nos Emirados Árabes Unidos. Um país que não faz parte de nenhuma das grandes potências, mas que abre as portas para quem deseja trabalhar sem intervenções. Foi lá que ele sentiu algo que não encontrou em outro lugar: espaço para respirar. Espaço para construir, experimentar e proteger os princípios pelos quais lutou desde o início da liberdade.
Essa escolha explica muitas coisas: que às vezes, o melhor lugar não é o mais barulhento, o mais forte ou o mais reconhecido pelo mundo. O melhor lugar é aquele que permite a alguém ser exatamente quem é.
Por que criptomoedas com criadores que têm integridade como $DOGS com suprimento limitado não são tão populares?
Será que isso se tornará parte do verdadeiro propósito para o qual as criptomoedas foram criadas?
Vamos ser parte desse crescimento.
E seja útil para aqueles ao seu redor.