À frente, uma semana muito intensa. As notícias estão chegando rapidamente, a volatilidade pode ser acentuada, então é melhor ser cauteloso com grandes alavancagens. O mercado não gosta de autoconfiança em dias assim.

Terça-feira, 16 de dezembro

Às 16h30 — dados de emprego do setor privado.

Às 16h30 — taxa de desemprego.

O mercado de trabalho é o 'pulso' geral da economia dos EUA.

Se vermos uma fraqueza, surgirão conversas sobre recessão. Mas, ao mesmo tempo, isso pode levar o Fed a reduzir as taxas mais rapidamente.

Um mercado de trabalho forte é um sinal de que a economia está se mantendo e o Fed pode não se apressar em afrouxar.

Quinta-feira, 18 de dezembro

Às 16:30 — inflação.

Para o Fed, tudo é simples: apenas uma queda clara na inflação oferece espaço para uma política mais branda.

A pior situação — um mercado de trabalho fraco mais o aumento da inflação. Isso já é o cheiro de estagflação, e os mercados não gostam de combinações assim.

Sexta-feira, 19 de dezembro

Sexta-feira das bruxas — dia de expiração de opções sobre índices, ações e futuros.

Dias como esses costumam ser acompanhados de movimentos bruscos, pois grandes players protegem suas posições e 'puxam' o mercado para onde lhes convém.

Às 06:00 — decisão do Banco do Japão sobre a taxa.

Na última vez, as mudanças no iene provocaram vendas, pois o aumento dos custos de crédito forçou os investidores a encerrar posições que foram financiadas por anos a uma taxa quase zero.

Às 16:30 — índice PCE.

Este é o principal indicador de inflação para o Fed. É nele que se concentra a atenção ao tomar decisões sobre taxas.

O horário indicado é UTC+2 (Quieve).

A semana promete ser nervosa, então agora o que importa não são os feitos heroicos, mas a disciplina e o controle de riscos.


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