O conforto cria permissão. Quando a incerteza desaparece, o risco parece justificado — mesmo que a oportunidade já tenha desaparecido. Os mercados entendem esse comportamento e rotineiramente atrasam a clareza para exaurir a paciência.


O medo empurra os traders a esperar. O alívio os empurra a agir. Nenhum estado é neutro.


O perigo não é a própria emoção, mas a temporização das decisões em torno do conforto emocional. Quando a confiança aparece, a decisão geralmente já se tornou confusa.


O comportamento profissional não se trata de eliminar a emoção. Trata-se de reconhecer quando as emoções estão sendo usadas como um sinal — e quando estão sendo exploradas.