Por @MrJangKen • ID: 766881381 • 4 de janeiro de 2026

Na manhã de 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos lançaram uma operação militar massiva visando a liderança da Venezuela. A operação, codinome Operação Resolução Absoluta, envolveu mais de 150 aeronaves e unidades de operações especiais de elite.
Detalhes Chave da Incursão
A Incursão: Membros da Força Delta do Exército dos EUA realizaram uma incursão antes do amanhecer no complexo militar Fuerte Tiuna em Caracas, onde o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, estavam localizados.
A Captura: O presidente Trump confirmou a captura via Truth Social, compartilhando uma imagem de Maduro vendado, vestindo um conjunto de treino cinza da Nike a bordo do USS Iwo Jima.
Status Atual: Após um voo para Nova York e uma transferência pelo Heliporto Westside, Maduro está atualmente detido no Centro de Detenção Metropolitana (MDC) no Brooklyn.
O Caso Legal: Por que os EUA Agiram
O Departamento de Justiça dos EUA tornou pública uma acusação ampliada no Distrito Sul de Nova York. A Procuradora-Geral dos EUA, Pam Bondi, declarou que a administração está buscando justiça por décadas de suposta atividade criminosa.
As Principais Acusações:
conspiração de narcoterrorismo: Alegando uma parceria de 25 anos com as FARC para inundar os EUA com cocaína.
Importação de Cocaína: Alegações de que o regime facilitou o movimento de até 250 toneladas de cocaína anualmente.
Acusações de Armas: Posse e conspiração para possuir metralhadoras e dispositivos destrutivos usados para proteger remessas de drogas.
"Nós vamos governar o país até que possamos fazer uma transição segura, apropriada e judiciosa."
— Presidente Donald Trump em uma coletiva de imprensa em Mar-a-Lago.
Reações Globais e Domésticas
A operação dividiu líderes mundiais e legisladores dos EUA, desencadeando um intenso debate sobre a lei internacional e a soberania nacional.
Venezuela (Regime): A vice-presidente Delcy Rodríguez condenou a ação como um "sequestro ilegal e ilegítimo" e um ato de agressão "bárbara". Ela foi ordenada pelo Supremo Tribunal de Justiça a assumir a presidência na ausência de Maduro.
Rússia, China, & Irã: Essas nações emitiram fortes condenações, chamando o ataque de clara violação do direito internacional e exigindo a liberação imediata de Maduro e sua esposa.
Nações Unidas: O Secretário-Geral António Guterres expressou "profunda preocupação" em relação à violação da soberania e convocou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança.
Oposição Política dos EUA: O senador Bernie Sanders e o representante Hakeem Jeffries questionaram a autoridade constitucional para o ataque. Sanders descreveu como "aventurismo militar ilegal" e uma distração das crises econômicas domésticas.
Argentina: O presidente Javier Milei elogiou a operação, chamando-a de um passo decisivo em direção à "liberdade" para o povo venezuelano.
Impacto Econômico e Regional
Controle de Petróleo: O presidente Trump indicou que as empresas de petróleo dos EUA seriam enviadas para "reabilitar" a infraestrutura petrolífera da Venezuela, afirmando que a receita reembolsaria os EUA pelo custo da operação.
Segurança Fronteiriça: O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, mobilizou forças para a fronteira, preparando-se para um potencial influxo de refugiados à medida que um vácuo de poder se forma em Caracas.
Previsão de Mercado: Analistas esperam que os preços das commodities aumentem quando os mercados abrirem na segunda-feira, com o petróleo Brent previsto para atingir $65 por barril.
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