🚨 98% DAS PESSOAS VÃO PERDER TUDO EM 2026!!
O colapso do mercado global está chegando, e o que está acontecendo agora é realmente chocante.
A maioria das pessoas é cega para isso - e elas vão se arrepender de ignorá-lo quando for tarde demais.
O recente ataque à Venezuela não tem nada a ver com Maduro ou suas reservas de petróleo - é tudo sobre a China.
Deixe-me explicar como isso realmente funciona 👇
A Venezuela detém as maiores reservas comprovadas de petróleo bruto na Terra - aproximadamente 303 bilhões de barris.
A China é o principal cliente da Venezuela, comprando 80–85% de suas exportações totais de petróleo bruto.
Corte a Venezuela e você estrangula o fornecimento de energia mais barato da China.
Esse petróleo não é apenas combustível - é alavancagem.
Após os eventos de ontem, a influência dos EUA sobre os ativos de petróleo venezuelanos aumentará, prejudicando diretamente o acesso da China à energia com desconto.
Mas isso não começou agora.
Os EUA têm trabalhado sistematicamente para cortar os fluxos de petróleo barato para a China em várias regiões.
Em 2025, Washington intensificou a pressão sobre o Irã, e surpresa, surpresa - a China também é o maior comprador de petróleo do Irã.
Mesmo livro de regras. País diferente.
Isso não é sobre “roubar petróleo”, é sobre negação.
Negar à China:
→ Energia barata
→ Fornecedores confiáveis
→ Posições estratégicas no Hemisfério Ocidental
De acordo com fontes da oposição, a saída de Maduro não foi um colapso repentino - foi negociada.
E o que é ainda mais interessante?
O ataque aconteceu exatamente quando os oficiais chineses chegaram à Venezuela para conversas.
Esse timing não é acidental.
É um sinal.
Agora todos os olhos estão na resposta da China.
A partir de janeiro de 2026, a China já impôs restrições às exportações de prata, um insumo industrial crítico.
Isso significa que a próxima fase pode ser a negociação de recursos por recursos.
O petróleo venezuelano pode se tornar uma moeda de negociação.
E se as conversas falharem - e a China retaliar?
Poderíamos ver uma repetição do Q1 2025, quando os mercados globais aprenderam quão rápido a pressão econômica pode se transformar em escalada geopolítica.
Isso se desenrolará exatamente como antes:
Petróleo: Risco de fornecimento → preços disparam → inflação se recupera